Ministros do Supremo rejeitam o direito ao esquecimento

Após o encerramento da votação no caso Aída Curi, nossa sócia Marília Golfieri Angella foi novamente consultada sobre o julgamento do direito ao esquecimento no Brasil. Nesta ocasião, chamou atenção para o ganho social que este caso representou, pois o feminicídio, apesar de recentemente positivado na legislação brasileira, é histórico e estrutural em nossa sociedade. Ainda, chamou atenção ao fato de que crimes dessa natureza são subnotificados às autoridades, de modo que há grande relevância nos casos trazidos pela mídia, sendo estes de interesse público, como aventado pelo Ministro Luiz Fux.

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