Maria: um nome de vanguarda no feminismo jurídico no Brasil

Foram precisos 70 anos de história na Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), uma das primeiras faculdades de ensino jurídico do nosso país, para ver o primeiro nome feminino na lista de formandos. As listas com os nomes dos antigos alunos no site da Fundação Arcadas pareciam infindáveis quando li “Maria”. O ano era 1901.

Antônio me pareceu ser o nome daquela época. Só em sua turma eram 12. Vieram Franciscos, Josés, Manoéis, até o solitário Maria Augusta Saraiva. Foram necessários mais longos 08 anos até que outras Marias voltassem a aparecer nas listas, eram Maria Andrea de Oliveira e Maria Luiza de Oliveira. “Seriam irmãs?”, me perguntei. “Ainda que não fossem, ao menos não estavam sozinhas, como a outra Maria”, pensei. O ano era 1909.

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