O papel da advocacia feminina no enfrentamento da violência doméstica

Quando tratamos de violência doméstica é comum explicarmos o que é o ciclo da violência, composto basicamente pelo aumento da tensão, pelo ataque violento em si consubstanciado na explosão e pela fase da lua-de-mel, com a recomposição do status quo. Não é fácil romper este ciclo de violência, ainda mais quando esse processo envolve o enfrentamento do machismo estrutural e de uma série de mitos que construíram na nossa vivência durante anos, tal como o mito da família ideal.

Cada vez mais – ainda bem – falamos sobre violência doméstica e de gênero em grandes canais de comunicação e a internet, a partir do uso das redes sociais, potencializou o acesso à informação, fazendo com que mulheres conheçam melhor seus direitos. Falar aberta e amplamente sobre o assunto com toda a sociedade civil é parte do enfrentamento, assim como o processo de conscientização de direitos pode ser o início do rompimento do ciclo, de modo que um atendimento jurídico cuidadoso e efetivo mostra ser um caminho mais fácil para traçarmos o início do o fim.

“Enfrentar a violência doméstica não é apenas punir o criminoso, mas também fortalecer mulheres sendo referência e rede de proteção, utilizando nosso privilégio em favor da próxima. Exercer a advocacia feminista é, pois, dar um outro significado à nossa existência profissional e pessoal. É compreender a nossa posição no combate”.

Confira o artigo publicado por nossa sócia Marília Golfieri Angella no Jornal Estadão, no Blog do Fausto Macedo: https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/o-papel-da-advocacia-feminina-no-enfrentamento-da-violencia-domestica/

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